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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que a conta de luz em abril terá a bandeira verde, sem cobrança adicional. Este será o quinto mês consecutivo sem taxas extras para os consumidores.
De acordo com a agência, a decisão foi tomada mesmo com a transição do período chuvoso para o seco, uma vez que a geração de energia nas usinas hidrelétricas – que é mais barata do que a geração nas termelétricas – permaneceu estável em todo o país.
Apesar da elevação do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD), indicador crucial para a definição das bandeiras tarifárias, a situação permanece favorável. Nos subsistemas Sul e Sudeste/Centro-Oeste, o PLD aumentou consideravelmente, passando de R$ 58 por megawatt-hora (MWh) no início do ano para R$ 354 na semana encerrada em 28 de março. No entanto, nas regiões Norte e Nordeste, os preços continuam próximos aos níveis mais baixos do ano.
O mecanismo de bandeiras tarifárias, que se aplica a todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN), foi criado em 2015 para informar os custos da geração de energia elétrica no Brasil. Esse sistema reflete o custo variável da produção de energia, levando em consideração fatores como a disponibilidade de água, o uso de fontes renováveis e o acionamento de fontes de geração mais caras, como as termelétricas.
Em relação às bandeiras anteriores, a verde foi aplicada de abril de 2022 a julho de 2024, sendo interrompida em seguida pela bandeira amarela. Em agosto, a bandeira verde retornou, mas foi substituída pela vermelha patamar 1 em setembro e pela vermelha patamar 2 em outubro. Em novembro, a bandeira amarela foi novamente acionada, com a volta à bandeira verde ocorrendo em dezembro.
A bandeira verde é uma sinalização importante para os consumidores, pois indica que os custos de geração de energia estão baixos, sem a necessidade de cobranças extras. A Aneel tem como objetivo repassar de forma mais imediata ao consumidor as variações no custo da geração de energia, buscando maior transparência e incentivando um consumo mais consciente.
Cerca de 71% da geração de energia elétrica no Brasil é proveniente de hidrelétricas, com o restante vindo de outras fontes, como a energia eólica, solar e nuclear. Quando a geração hidrelétrica é afetada pela falta de chuvas, as usinas térmicas são acionadas para suprir a demanda. Essas térmicas, que utilizam combustíveis como gás, óleo combustível ou diesel, aumentam o custo de geração de energia, refletindo diretamente na tarifa paga pelos consumidores.
Fonte: Diário da Manhã
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